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O dia estava oscilando entre ficar nublado e fazer sol, com isso, o calor estava quase que insuportável.
Na noite anterior, eu havia esquecido de fechar a janela do quarto e graças a esse esquecimento acordei com ele bem na minha cara, o sol e aquela sensação de vapor pelo meu corpo.
Estava suada.
O suor que me escorria pelo corpo ia além da previsão do tempo e só depois de levantar meio sonolenta, fechar a janela, voltar para a cama e resmugar comigo mesma sobre meu vacilo que me despertou mais cedo, é que lembrei do meu sonho e aí percebi o sentido de tanto calor.
Estava sonhando com ela. E fazia anos que nem nos víamos. Foi um lance de uma noite só, mas, até hoje me arrepio só de lembrar.

Sorri lembrando dela adentrando meu subconsciente e como no meu sonho estava tudo tão iluminado, úmido e quente.
Não resisti, coloquei a mão dentro do meu short e me senti inchada.
Do mesmo jeito que ela tinha me deixado em uma noite de calor um tempo atrás.
Com a outra mão, peguei meu vibro dentro da gaveta, com aquela preguiça da manhã e um fogo no rabo de verão e enquanto segurava o vibro amor já ligado e entre minhas pernas e por cima do meu short, alcancei também meu lubrificante que me deixa molhada e geladinha.
Fui passando lentamente gotinha por gotinha da cabecinha do meu pau até a entradinha do meu cu, sorri de canto quando o vibrador passou pelo meu períneo bem na hora que eu imaginava ela me lambendo ali.
Que sensação poderosa, corpo e mente conectados. Do jeito que eu gosto.
Não queria demorar mais, afinal de contas, ela já estava nos meus sonhos me descendo a calcinha e lambendo entre minhas coxas, enquanto dizia olhando nos meu olhos que eu era dela. E naquele momento, eu era completamente dela.
Balbuciei baixinho, chupa minha cabecinha e ao mesmo tempo passava o vibrador na pontinha do meu pau. O aquecimento com a vibração me lembrava ela me engolindo e eu pulsando em sua boca, rebolando em sua boca.
Os olhos dela em cima de mim, como se não desejasse perder nenhum movimento meu e meu corpo arqueando enquanto a sentia úmida.
Maliciosa como só ela, não teve dúvida, perguntou a mim se podia enfiar 1 dedo no meu rabinho.
Eu perdida nela, só consegui acenar com a cabeça, entre um gemido e outro e consentir.
A pressão no meu cu e a boca tão molhada dela me fez perder completamente os sentidos, eu gemia cada vez mais alto e aquele vibrador me aquecia cada vez mais, me estremecia mais e em uma só descarga de energia eu ouvia ela me dizer " Gozar na minha boca, puta!"
* Acho que é hora de mandar uma mensagem para aquela pessoa deliciosa e desejar bom dia.
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